Quarta-feira, 13 de dezembro de 2017
:
EDITORIAS
Agência UDOP | Açúcar | Biodiesel | Cana-de-Açúcar | Combustíveis Fósseis | Diversas | Economia | Energia | Espaço Datagro
Etanol | Fórum de Articulistas | Investing.com | Investing.com Internacionais | Opinião | TV UDOP | Últimas Notícias
Economia Aumentar a letra    Diminuir a letra
Queda da produção industrial ocorre em 6 dos 14 locais pesquisados, diz IBGE  

10/10/2017 - A queda de 0,8% na produção industrial brasileira em agosto, em relação a julho, na série livre de influências sazonais, reflete retrações em apenas seis dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os dados constam da Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Regional, divulgados hoje (10), no Rio de Janeiro. Eles indicam que a queda mais intensa se deu em São Paulo, o maior parque fabril do país, onde a indústria recuou entre julho e agosto 1,4%, mesmo percentual do recuo do Rio Grande do Sul.

Já os estados cujas taxas negativas ficaram abaixo da média nacional de -0,8% foram Minas Gerais e Pará, onde a retração industrial foi de 0,7% para ambas as regiões; Paraná (-0,4%) e Ceará (-0,1%). Em Santa Catarina a produção ficou estável (0,0%).

Na outra ponta, as regiões com as maiores altas entre as 14 com resultados positivos foram o Espírito Santo (7,5%) e a Bahia (4,9%). No Amazonas, a alta foi de 3,2%, Rio de Janeiro (2,4%), Pernambuco (1,8%), Região Nordeste (0,4%) e Goiás (0,1%)

Em relação ao crescimento de 4% na produção industrial, na comparação com igual mês do ano passado, ele reflete resultados positivos em 13 dos 15 locais pesquisados, com a expansão mais intensa sendo registrada no Mato Grosso, onde a indústria cresceu 15,8% em agosto último.

Naquela região, a expansão foi impulsionada pelo avanço no setor de produtos alimentícios (carnes de bovinos congeladas, frescas ou refrigeradas, tortas, bagaços, farelos e outros resíduos da extração do óleo de soja e óleo de soja em bruto).

Pará (9,3%), Paraná (8,8%), Espírito Santo (7,8%), São Paulo (6,6%), Amazonas (5,3%), Santa Catarina (5%), Ceará (4,6%) e Bahia (4,6%) também anotaram taxas positivas mais acentuadas do que a média nacional de 4%. Goiás (2,3%), Região Nordeste (1,7%), Minas Gerais (1,5%) e Pernambuco (0,3%) completaram o conjunto de locais com alta na produção em agosto.

Ao avaliar o resultado das duas regiões onde a indústria fechou negativamente (Rio Grande do Sul, com -2% e Rio de Janeiro, -1,8%), o IBGE atribuiu a queda, em grande parte, à pressão negativa vindo dos setores de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis, celulose, papel e produtos de papel, produtos alimentícios e máquinas e equipamentos - no caso do Rio Grande do Sul - e de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis e indústrias extrativas, no Rio de Janeiro.


Acumulado no ano


Quanto ao crescimento acumulado de 1,5% ao longo dos primeiros oito meses do ano (janeiro-agosto) o resultado reflete expansão também em 13 dos 15 locais pesquisados, com destaque para os avanços mais acentuados assinalados por Pará (8,6%), Paraná (4,6%), Espírito Santo (3,7%) e Santa Catarina (3,7%).

Com resultados positivos acima da média nacional de 1,5% aparecem ainda Minas Gerais (2%), Amazonas (1,9%) e Rio de Janeiro (1,8%). Em São Paulo e Goiás, o resultado foi o mesmo (1,5%) da alta nacional; enquanto o Ceará (1,4%), Mato Grosso (1,2%), Rio Grande do Sul (1,1%) e Pernambuco (0,3%) completaram o conjunto dos 13 locais com resultados positivos no fechamento dos oito meses do ano, embora inferior à média nacional.

A Bahia (-3,9%) apontou o recuo mais elevado no índice acumulado no ano, pressionado pelo comportamento negativo vindo dos setores de metalurgia (barras, perfis e vergalhões de cobre e de ligas de cobre) e de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (óleo diesel, naftas para petroquímica e óleos combustíveis). A Região Nordeste, com queda de 1%, também mostrou taxa negativa no indicador acumulado de janeiro-agosto de 2017.


Queda na indústria paulista se dá após 4 meses


A retração de 1,4% na indústria paulista de julho para agosto se dá após quatro resultados consecutivos de crescimento. Nos últimos 12 meses, porém, São Paulo ainda registra uma taxa positiva de 0,4% e de 1,5% no acumulado do ano.

Segundo o IBGE, a retração em São Paulo em agosto pode ser explicada em parte pelo alto crescimento nos meses anteriores, tendo chegado a crescer 7,1% entre abril e julho. "Essa queda acontece muito mais pelo patamar mais alto dos últimos meses. É um desempenho positivo na comparação com agosto do ano passado (6,6%). Neste tipo de índice, é a maior taxa positiva desde janeiro de 2013 (7,3% na comparação com janeiro de 2012)", disse analista do IBGE, Rodrigo Lobo.

Segundo ele, entre as atividades, as ligadas a alimentos foram as principais responsáveis pelo recuo do setor em São Paulo. "O movimento é claro da parte de alimentos impactando um pouco mais a indústria paulista, principalmente nos derivados da cana, que vinham em crescimento, explicando essa queda na comparação com julho. Há uma migração da safra para o Nordeste porque já se exauriu a safra no Centro-sul, também com produtores direcionando sua produção para o álcool e não para os outros derivados da cana", finalizou.

Nielmar de Oliveira com edição de Kleber Sampaio
Fonte: Agência Brasil - ABr
Notícias de outros veículos são oferecidas como mera prestação de serviço
e não refletem necessariamente a visão da UDOP.
Enviar por e-mail Imprimir
Clipping de Notícias UDOP
Inscreva-se e receba as novidades do setor.
    
Notícias Relacionadas
13/12/17 - USDA eleva previsão para estoques finais de soja e trigo dos EUA com exportação fraca
  - Novidade na praça
  - Além do Mercosul
  - Crise leva indústria à maior produtividade desde 2000
  - Superávit mundial de açúcar pressiona preços da commodity em NY e Londres
  - Apenas 1,6% da indústria tem produção inteligente, diz pesquisa
  - França quer ´bolsa de valores´ verde para atenuar prejuízo climático
  - Câmara aprova parcelamento de dívidas de produtores rurais
12/12/17 - Reservatórios do SE/CO operam com 20,3% da capacidade
  - Inflação dos mais pobres ficou menor em novembro, segundo o Ipea
  - Atividades de pulverização estão paralisadas
  - IPC-Fipe sobe 0,39% na 1ª quadrissemana de dezembro
  - Dólar sobe acima de R$ 3,30 com cautela sobre reforma da Previdência
  - Conab: 3ª estimativa para safra 2017/18 indica queda de 4,7% na produção, para 226,5 mi de t
Para enviar a notícia, basta preencher o formulário abaixo.
Todos os campos são de preenchimento obrigatório!
 
Queda da produção industrial ocorre em 6 dos 14 locais pesquisados, diz IBGE
 
Seu nome:
Seu e-mail:
Destinatário:
E-mail destinatário:
(separe mais de um e-mail por ,)
Comentário:
 
 
A UDOP

• Associadas
• Associe-se
• Estrutura Administrativa
• Nossa História
• Missão, Visão e Objetivos
• Medalha da Agroenergia
• Serviços Prestados
• Vídeo Institucional
• Apoio Cultural
• Contatos
Institucional

• Comitês de Gestão
• Convênios e Parcerias
• Legislação
• Sustentabilidade
UniUDOP

• A UniUDOP
• Agenda
• Aulas/Palestras
• Comitês de Gestão
• Congresso Nacional da Bioenergia
• Pós-Graduação
• Qualifica
• Seminário/Workshop
• Apoio Cultural
Imprensa

• Agência UDOP de Notícias
• Últimas Notícias
• Fórum de Articulistas
• Galerias de Fotos
• Mídias Sociais
• RSS
• TV UDOP
• Apoio Cultural
• Contatos
Dados de Mercado

• Boletins
• Comércio Exterior
• Consecana
• Cotações
• Indicador - Açúcar
• Indicador - Etanol
• Produção Brasileira
Serviços

• Biblioteca Virtual
• Bolsa de Empregos
• Bolsa de Negócios
• Calendário de Eventos
• Guia de Empresas
• Índice Pluviométrico
• Pesquisas UDOP
• Previsão do Tempo
• Usinas/Destilarias
Mapas

• Usinas/Destilarias
• Bacias Hidrográficas
UDOP - União dos Produtores de Bioenergia
Praça João Pessoa, 26 - Centro - 16.010-450 - Araçatuba/SP - tel/fax: +55 (18) 2103-0528

2012 - Todos os direitos reservados
Desenvolvimento:
/