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Petróleo opera em alta forte, impulsionado por dados de importação da China  

13/10/2017 - O petróleo opera com ganhos consideráveis na manhã desta sexta-feira, impulsionado por dados de importação da China. Além disso, influem riscos geopolíticos em regiões do Oriente Médio importantes para o setor.

Às 7h47 (de Brasília), o petróleo WTI para novembro subia 1,94%, a US$ 51,58 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para dezembro avançava 2,24%, a US$ 57,51 o barril, na ICE.

As importações de petróleo chinesas aumentaram cerca de 1 milhão de barris por dia em setembro ante o mês anterior, para 9 milhões de barris por dia, de acordo com dados do governo divulgados nesta sexta-feira. A notícia reduz a preocupação dos investidores de que a demanda no maior importador global da commodity possa perder força, diante da gradual desaceleração econômica local.

Em setembro, o país importou o volume mais alto de petróleo desde maio, segundo analistas do ING Groep.

Os preços eram ainda apoiados pelas preocupações com o quadro político no Irã e no Iraque. No caso do primeiro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deve falar mais tarde sobre o acordo internacional de 2015 que conteve o programa nuclear de Teerã em troca do alívio a sanções econômicas. Trump pode recuar do acordo e ameaça impor novas sanções contra o Irã, o que prejudicaria a capacidade exportadora do país. Com a retirada das sanções no início de 2016, os iranianos aumentaram significativamente sua produção, para cerca de 3,8 milhões de barris por dia.

Ao mesmo tempo, há tensões entre o governo central de Bagdá e as lideranças da região semiautônoma do Curdistão, no norte do Iraque, que realizaram um plebiscito pela independência em setembro. O Curdistão exporta mais de 500 mil barris por dia.

"Até recentemente, participantes do mercado vinham subestimando o risco geopolítico porque a discussão era sobre o excesso de oferta", disse Giovanni Staunovo, analista de commodities do UBS Wealth Management. Segundo ele, agora o investidor está atento ao fato de que o quadro no Irã e no Iraque pode resultar em menos petróleo à venda.

Fonte: Dow Jones Newswires
Texto extraído da revista Isto É Dinheiro
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