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Petróleo fecha em queda, após três altas consecutivas, atento às tensões na Arábia Saudita  

08/11/2017 - Os preços dos barris de petróleo fecharam em queda nesta terça-feira (7), após forte alta no dia anterior.

O barril do Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) fechou em baixa de 0,26%, a US$ 57,12. Essa foi a primeira queda do WTI depois de três altas consecutivas, incluindo a de ontem, de 3,07%.

O barril de petróleo Brent para entrega em janeiro fechou em baixa de 0,82% no mercado de futuros de Londres, cotado a US$ 63,74. Na véspera, o Brent ganhou 3,3% e encerrou o dia a US$ 61,11 o barril.

As cotações caíram após a publicação de um relatório da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) que prevê uma desaquecimento na demanda mundial no ano que vem. Os investidores estavam encorajados pelas expectativas de a Opep confirmar a manutenção dos cortes anuais de produção em uma reunião que será realizada no próximo dia 30 de novembro.

"A oferta não cresceu nos últimos anos, e a economia mundial está voltando ao crescimento. Então a tendência é estabilizar os valores dos barris, e mais para frente, voltar a crescer", disse o economista Adriano Pires.

O movimento natural do mercado em realizar lucro dos investimentos depois da alta do dia anterior também é apontado como causa da leve queda desta terça.


Tensões na Arábia Saudita


Analistas, entretanto, apontam para as tensões envolvendo a Arábia Saudita, uma das maiores produtoras da commodity do mundo. A rede norte-americana CNBC publicou uma análise profunda sobre as ligações entre o príncipe herdeiro da coroa do país do Oriente, Mohammed bin Salman e a família do presidente dos EUA, Donald Trump.

"A Arábia tem perdido mercado para os EUA de forma não convencional, ela reduz a produção, e os Estados Unidos aumentam. A oscilação recente tem a ver com os escândalos de corrupção que estouraram na mídia", disse o economista da UFF, Luciano Losekan.

Salman, que vem conduzindo uma série de prisões de ministros, empresários e príncipes em uma suposta guerra contra a corrupção endêmica no país, teria fortes ligações com o republicano: na semana passada, o genro de Trump, Jared Kushner, visitou secretamente o país do Oriente Médio, dias antes do começo das prisões. Kushner é conselheiro da Casa Branca.

O movimento do saudita é visto por muitos como uma forma do príncipe herdeiro consolidar o poder recém adquirido.

De acordo com a CNBC, tudo isso se conectaria com a estatal de petróleo saudita Saudi Aramco. Trump teria o desejo de ver a Saudi Aramco listar suas ações na bolsa de valores dos EUA. Se espera que essa Oferta Pública Inicial (IPO na sigla em inglês) seja a maior da história, com mercados do mundo inteiro querendo essas ações.

O presidente dos EUA disse no final de semana, em uma publicação no Twitter, que ele espera que a IPO vá para a Bolsa de Nova York. De acordo com ele, o rei saudita contou que eles "considerariam a utilização a bolsa dos EUA".

Também repercute o lançamento de um míssil balístico contra Riad pelos rebeldes houthis do Iêmen, que acabou interceptado. A Arábia Saudita acusou o Irã de promover uma "agressão militar direta" contra o país ao fornecer mísseis para rebeldes no Iêmen.

Por sua vez, os contratos de gasolina para entrega em dezembro caíram US$ 0,01, para US$ 1,82 o galão, enquanto os contratos de gás natural para entrega no mesmo mês avançaram US$ 0,02, para US$ 3,15 por cada mil pés cúbicos.

07/11/17
Fonte: Jornal do Brasil
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