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IC agro cai 7,2 pts no 3T17 ante 3T16, para 99,1 pts e indica perda de confiança  

13/11/2017 - O Índice de Confiança do Agronegócio (IC Agro) caiu 7,2 pontos no terceiro trimestre deste ano, quando comparado ao mesmo período de 2016, para 99,1 pontos, o que indica pessimismo na cadeia produtiva. Naquela ocasião, o índice havia registrado 106,3 pontos. A queda, na variação anual, foi percebida em todos os segmentos analisados. Em relação aos três meses imediatamente anteriores, no entanto, houve alta de 6,7 pontos, visto que o indicador registrou 92,4 pontos no segundo trimestre deste ano. O IC Agro é medido pelo Departamento do Agronegócio (Deagro) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Pela metodologia do estudo, uma pontuação acima de 100 pontos corresponde a otimismo. Resultados abaixo disso representa baixo grau de confiança.

A retração no resultado anual foi puxada pela queda de 15 pontos no item produtor agropecuário, que marcou 93,2 pontos no terceiro trimestre de 2017, ante os 108,2 pontos obtidos em igual intervalo do ano passado. Trata-se do terceiro resultado consecutivo abaixo da marca de 100 pontos, porém, indica alta de 5,9 pontos quando comparado ao desempenho do segundo trimestre. Entre os agricultores foi visto o pior resultado, pressionado pela menor expectativa de produtividade. "Isso era previsto, já que não se espera que as lavouras de grãos repitam os resultados recordes obtidos na safra passada", observa o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas. Com isso, o item ´produtor agrícola´ passou de 110,7 pontos, no ano passado, para 92,9 pontos no terceiro trimestre deste ano, retração de 17,8 pontos.

Já os pecuaristas formam o grupo que mais ganhou confiança na variação trimestral. Seu indicador subiu 14 pontos, chegando a 94,2 pontos, depois de registrar no 2º trimestre o nível mais baixo da série histórica (80,2 pontos). "Vale destacar que no trimestre passado, os horizontes no mercado de carnes eram muito incertos: o setor ainda sofria as consequências da Operação Carne Fraca e pairavam muitas dúvidas após a delação da JBS, em maio desse ano. A melhora nos preços do boi ajudou a melhorar o ânimo dos pecuaristas", completa o gerente do Deagro da Fiesp, Antonio Carlos Costa. Ainda assim, o segmento ficou 6,5 pontos abaixo dos 100,7 pontos obtidos no terceiro trimestre de 2016.

A indústria antes da porteira (de insumos) perdeu 3,4 pontos, em base anual, para 104,8 pontos mas ainda reflete otimismo, por estar acima do patamar de 100 pontos. Em relação aos três meses anteriores, houve alta de 11 pontos. "Algumas incertezas que pairavam sobre o setor ao longo do ano foram amenizadas. Até a pesquisa atual as vendas de defensivos e fertilizantes avançaram pouco, uma vez que muitos produtores mantiveram uma postura mais cautelosa, adiando as aquisições dos insumos, diante dos baixos preços das principais commodities agrícolas, como a soja e o milho. À medida em que o plantio da safra de verão se aproximou, porém, as negociações voltaram a ocorrer, o que justifica a melhora da percepção das indústrias de insumos", explica Costa.

Na mesma linha, a indústria depois da porteira (como as de alimentos e tradings) teve ligeira redução de 0,7 pontos ante o mesmo período de 2016, para 102,7 pontos, mas avançou 5,8 pontos na variação trimestral, além de se manter no nível de otimismo. Para o executivo da Fiesp, embora as condições do mercado brasileiro ainda não sejam ideais, a continuidade do processo de ajuste econômico segue inspirando confiança, "lembrando que este setor é um dos mais diretamente beneficiados em um cenário de aceleração da recuperação do poder de compra do consumidor, como é esperado para 2018", analisa.

*Texto extraído da coluna Broadcast do Agro.

Nayara Figueiredo
Fonte: O Estado de S. Paulo
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