Sexta-feira, 14 de dezembro de 2018
:
EDITORIAS
Agência UDOP | Açúcar | Biodiesel | Cana-de-Açúcar | Combustíveis Fósseis | Diversas | Economia
Energia | Espaço Datagro | Etanol | Fórum de Articulistas | Opinião | TV UDOP | Últimas Notícias
Economia Aumentar a letra    Diminuir a letra
Analistas já preveem inflação em 3,5%  

12/03/2018 - Os alimentos voltaram a ficar mais baratos em fevereiro, compensando parte do impacto do reajuste das mensalidades escolares no orçamento das famílias. A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,32%, o resultado mais baixo para o mês em quase duas décadas, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A taxa acumulada em 12 meses voltou a arrefecer, alcançando 2,84%, menor resultado para o mês e ainda mais baixo que o piso de 3% da meta de inflação perseguida pelo Banco Central.

Diante dos dados da inflação de fevereiro, economistas se apressaram em reduzir as previsões para o IPCA deste ano. O BBM reviu sua projeção de 3,6% para 3,5% para a inflação fechada de 2018. O Departamento Econômico do Bradesco cortou sua estimativa de 3,9% para 3,5%, enquanto o banco UBS Brasil reduziu de 3,7% para 3,6%.

A confirmação do cenário inflacionário benigno fortaleceu a expectativa de economistas por mais um corte na taxa básica de juros na reunião deste mês do Comitê de Política Monetária e ampliou a percepção de que o ciclo de redução pode ser estendido.

O analista Tiago Souza, coordenador de pesquisa do Banco BBM, acredita ser "bem provável" um corte de 0,25 ponto porcentual na Selic este mês, para 6,5% ao ano. "Acredito que já está dado", disse ele, acrescentando que o Banco Central (BC) pode deixar ainda a porta aberta para um eventual novo recuo na taxa básica de juros na reunião de maio.

Na avaliação de Fernando Gonçalves, gerente na Coordenação de Índices de Preços do IBGE, as taxas de inflação em patamares baixos ainda refletem as quedas nos preços dos alimentos.

Em fevereiro, os gastos com alimentação e bebidas recuaram 0,33%, ajudando a conter a inflação em 0,08 ponto porcentual. As famílias pagaram menos pelas carnes, frutas, alho, cenoura, batata-inglesa, açúcar e tomate, entre outros itens importantes da cesta básica. Nos 12 meses encerrados em fevereiro, os alimentos consumidos em casa acumularam uma queda de preços de 3,81%.


Recuperação

De acordo com Gonçalves, o efeito da demanda sobre a inflação é mais espalhado e difícil de medir, mas ele avalia que os componentes essenciais para a recuperação da demanda das famílias ainda estão no início.

"O índice de desemprego ainda está alto, mesmo com as pessoas começando a se recolocar no mercado via informalidade. A renda está começando a se recompor, mas ainda é tímida a recuperação. O que fica mais evidente de perceber é o efeito da deflação de alimentos durante vários meses ao longo de 2017", avaliou o gerente do IBGE.

A inflação de serviços, que apresenta influência da demanda, acelerou de 0,16% em janeiro para 0,74% em fevereiro, pressionada pelos reajustes nas mensalidades escolares realizados no início do ano letivo. Apesar do avanço, a taxa acumulada pela inflação de serviços em 12 meses desceu para 4,20%, o patamar mais baixo da série histórica iniciada em dezembro de 2012.

Segundo o IBGE, em época de dinheiro curto, a população deixa de consumir serviços supérfluos para investir nas prioridades. Mesmo os reajustes das mensalidades escolares subiram menos este ano. A alta de 3,89% nas despesas das famílias com Educação em fevereiro foi a menos acentuada para o mês em uma década.

10/03/18
Daniela Amorim, Maria Regina Silva e Thaís Barcellos

Fonte: O Estado de S. Paulo
Notícias de outros veículos são oferecidas como mera prestação de serviço
e não refletem necessariamente a visão da UDOP.
Enviar por e-mail Imprimir
Clipping de Notícias UDOP
Inscreva-se e receba as novidades do setor.
    
Notícias Relacionadas
14/12/18 - Brasil terá apoio de outros produtores em disputa com a Índia
  - Cotações do açúcar fecham mistas nas bolsas internacionais
  - NY resiste a usar a alta do petróleo sobre o açúcar e se mantém no superávit global e indiano, em
  particular
  - Brasil está pronto para eventual retirada de taxa chinesa à soja dos EUA, diz Maggi
  - Seis municípios concentravam 25% do PIB do Brasil em 2016
  - Juros passam a cair com desaceleração do dólar e leitura de Selic estável
  - Superávit da balança comercial em 2019 deve ser 38% maior que em 2018
  - Bolsas asiáticas fecham em baixa generalizada, após decepção com dados chineses
13/12/18 - Açúcar: Brasil vai à OMC questionar subsídios da Índia
  - Índia reduzirá produção de açúcar; commodity cai em Londres e NY
Para enviar a notícia, basta preencher o formulário abaixo.
Todos os campos são de preenchimento obrigatório!
 
Analistas já preveem inflação em 3,5%
 
Seu nome:
Seu e-mail:
Destinatário:
E-mail destinatário:
(separe mais de um e-mail por ,)
Comentário:
 
 
A UDOP

• Associadas
• Associe-se
• Estrutura Administrativa
• Nossa História
• Missão, Visão e Objetivos
• Troféu da Agroenergia
• Serviços Prestados
• Vídeo Institucional
• Contatos
Institucional

• Comitês de Gestão
• Convênios e Parcerias
• Legislação
• Sustentabilidade
UniUDOP

• A UniUDOP
• Agenda
• Aulas/Palestras
• Comitês de Gestão
• Congresso Nacional da Bioenergia
• Pós-Graduação
• Qualifica
• Seminário UDOP de Inovação
Imprensa

• Agência UDOP de Notícias
• Últimas Notícias
• Fórum de Articulistas
• Galerias de Fotos
• Mídias Sociais
• RSS
• TV UDOP
• Apoio Cultural
• Contatos
Dados de Mercado

• Boletins
• Comércio Exterior
• Consecana
• Cotações
• Indicador - Açúcar
• Indicador - Etanol
• Produção Brasileira
Serviços

• Biblioteca Virtual
• Bolsa de Empregos
• Bolsa de Negócios
• Calendário de Eventos
• Guia de Empresas
• Índice Pluviométrico
• Pesquisas UDOP
• Previsão do Tempo
• Usinas/Destilarias
Mapas

• Usinas/Destilarias
• Bacias Hidrográficas
UDOP - União dos Produtores de Bioenergia
Praça João Pessoa, 26 - Centro - 16.010-450 - Araçatuba/SP - tel/fax: +55 (18) 2103-0528

2012 - Todos os direitos reservados
Desenvolvimento:
/