Sábado, 15 de dezembro de 2018
:
EDITORIAS
Agência UDOP | Açúcar | Biodiesel | Cana-de-Açúcar | Combustíveis Fósseis | Diversas | Economia
Energia | Espaço Datagro | Etanol | Fórum de Articulistas | Opinião | TV UDOP | Últimas Notícias
Combustíveis Fósseis Aumentar a letra    Diminuir a letra
Irã não quer escassez artificial no mercado de petróleo, diz ministro  

13/03/2018 - O Irã não quer que os atuais cortes na produção de petróleo liderados pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) ultrapassem o necessário para reequilibrar o mercado, uma vez que o país deseja ampliar sua própria oferta, afirmou o ministro de petróleo iraniano, Bijan Zanganeh.

Em novembro último, a Opep e dez países de fora do grupo, incluindo a Rússia, concordaram em estender até o fim deste ano um acordo que corta sua produção combinada de petróleo em 1,8 milhão de barris por dia (bpd), de forma a reduzir os estoques globais da commodity. A Opep voltará a discutir o assunto em sua reunião de junho, em Viena.

Em rara entrevista ao The Wall Street Journal, Zanganeh disse que o Irã não quer "gerar escassez artificial no mercado" de petróleo.

Embora tanto Irã quanto Arábia Saudita tenham se mostrado abertos ao relaxamento dos limites de produção no próximo ano, a visão de Zanganeh contrasta com a do ministro de petróleo saudita, Khalid al-Falih, que no mês passado disse que não se importaria se os cortes "ultrapassarem um pouco o nível de reequilíbrio do mercado".

Além disso, iranianos e sauditas estão divididos quanto ao patamar de preços do petróleo que a Opep deve buscar. Teerã quer a commodity a US$ 60 por barril, em meio a temores de que cotações altas impulsionem a produção de óleo de xisto nos EUA, mas Riad almeja US$ 70 por barril. A Arábia Saudita tem minimizado a capacidade do óleo de xisto americano de desestabilizar o mercado e promovido a aliança da Opep com a Rússia, maior produtor mundial de petróleo, como um bastião contra a produção dos EUA.

Zanganeh afirmou não ter tido discussões recentes sobre preços, mas que deverá encontrar Falih durante reunião de cúpula do Fórum Internacional de Energia na Índia, em abril.

Zanganeh também sinalizou que desafios a futuras restrições poderão vir de Teerã, que concordou em limitar sua produção, mas sem reduzi-la, ao contrário de outros integrantes da Opep. O Irã será pressionado a elevar sua produção para que possa pagar investimentos feitos por empresas chinesas em campos terrestres, explicou o ministro. Pelos contratos iranianos assinados no passado, os gastos de investidores estrangeiros são reembolsados com barris de petróleo.

Mas Zanganeh ressaltou que o possível aumento na produção só ocorrerá se a Opep concordar. "Acreditamos que a Opep irá entender nossa situação", disse.

"Ficamos muito tempo sob sanções (internacionais) e (perdemos) bilhões de dólares" devido a restrições impostas a exportações de petróleo do Irã, comentou o ministro. Atualmente, o país produz cerca de 3,8 milhões de bpd, número que pode subir para 3,9 milhões de bpd. Zanganeh, porém, disse esperar que a produção iraniana cresça em 600 mil bpd até 2021. Fonte: Dow Jones Newswires

Fonte: Dow Jones Newswires
Texto extraído da Revista Isto É Dinheiro
Notícias de outros veículos são oferecidas como mera prestação de serviço
e não refletem necessariamente a visão da UDOP.
Enviar por e-mail Imprimir
Clipping de Notícias UDOP
Inscreva-se e receba as novidades do setor.
    
Notícias Relacionadas
14/12/18 - Soja volta à estabilidade em Chicago nesta 6ª feira, mas mantém foco na guerra comercial
  - Milho: USDA reporta venda de 125 mil t para o Japão
  - USDA informa novas vendas de soja para China e demais destinos
  - Milho: Bolsa de Chicago melhora nesta sexta-feira e apresenta pequenos ganhos
  - Juros passam a cair com desaceleração do dólar e leitura de Selic estável
  - Calendário de leilões de petróleo está mantido, diz futuro ministro
  - NY resiste a usar a alta do petróleo sobre o açúcar e se mantém no superávit global e indiano, em
  particular
13/12/18 - Petrobras reduzirá em 1,51% preço da gasolina na refinaria, 1ª corte desde novembro
  - IEA vê oferta global de petróleo apertando mais rapidamente em 2019
  - Produção da Opep cresce em novembro com recorde saudita, diz AIE
  - Petrobras reduzirá preço da gasolina em 1,51% nas refinarias a partir de sexta
12/12/18 - TCU adia decisão sobre megaleilão de petróleo do pré-sal
Para enviar a notícia, basta preencher o formulário abaixo.
Todos os campos são de preenchimento obrigatório!
 
Irã não quer escassez artificial no mercado de petróleo, diz ministro
 
Seu nome:
Seu e-mail:
Destinatário:
E-mail destinatário:
(separe mais de um e-mail por ,)
Comentário:
 
 
A UDOP

• Associadas
• Associe-se
• Estrutura Administrativa
• Nossa História
• Missão, Visão e Objetivos
• Troféu da Agroenergia
• Serviços Prestados
• Vídeo Institucional
• Contatos
Institucional

• Comitês de Gestão
• Convênios e Parcerias
• Legislação
• Sustentabilidade
UniUDOP

• A UniUDOP
• Agenda
• Aulas/Palestras
• Comitês de Gestão
• Congresso Nacional da Bioenergia
• Pós-Graduação
• Qualifica
• Seminário UDOP de Inovação
Imprensa

• Agência UDOP de Notícias
• Últimas Notícias
• Fórum de Articulistas
• Galerias de Fotos
• Mídias Sociais
• RSS
• TV UDOP
• Apoio Cultural
• Contatos
Dados de Mercado

• Boletins
• Comércio Exterior
• Consecana
• Cotações
• Indicador - Açúcar
• Indicador - Etanol
• Produção Brasileira
Serviços

• Biblioteca Virtual
• Bolsa de Empregos
• Bolsa de Negócios
• Calendário de Eventos
• Guia de Empresas
• Índice Pluviométrico
• Pesquisas UDOP
• Previsão do Tempo
• Usinas/Destilarias
Mapas

• Usinas/Destilarias
• Bacias Hidrográficas
UDOP - União dos Produtores de Bioenergia
Praça João Pessoa, 26 - Centro - 16.010-450 - Araçatuba/SP - tel/fax: +55 (18) 2103-0528

2012 - Todos os direitos reservados
Desenvolvimento:
/