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Exportadores brasileiros veem com preocupação volta de sanções contra o Irã  

11/05/2018 - A notícia do retorno das sanções econômicas americanas sobre o Irã, anunciada na última terça-feira (8) pelos EUA, gerou preocupação e pessimismo para parte dos exportadores brasileiros, que preveem perdas em negócios com o país persa.

Para Antonio Camardelli, presidente da Abiec (associação dos exportadores de carne bovina), o momento é de muita incerteza e preocupação.

"A notícia não é boa porque nos remete às dificuldades que havia antes do acordo de 2015", diz o executivo.

O Irã foi o terceiro maior mercado para a carne brasileira em 2017, só atrás de China e Hong Kong, com US$ 559 milhões.

A notícia do retorno das sanções econômicas americanas sobre o Irã, anunciada na última terça-feira (8) pelos EUA, gerou preocupação e pessimismo para parte dos exportadores brasileiros, que preveem perdas em negócios com o país persa.

Para Antonio Camardelli, presidente da Abiec (associação dos exportadores de carne bovina), o momento é de muita incerteza e preocupação.

"A notícia não é boa porque nos remete às dificuldades que havia antes do acordo de 2015", diz o executivo.

O Irã foi o terceiro maior mercado para a carne brasileira em 2017, só atrás de China e Hong Kong, com US$ 559 milhões.

A referência é ao Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros, agência do Departamento de Tesouro dos EUA que administra sanções econômicas e de comércio e emite licenças, "em apoio aos objetivos de segurança nacional e política externa dos EUA".

Caso a Embraer faça acordo com a Boeing, esse será outro complicador, afirma Thomaz Zanotto, diretor de relações internacionais e comércio exterior da Fiesp.

Já no caso do milho, principal item exportado para os iranianos, a expectativa é que a decisão americana seja um novo estímulo para os preços do produto, que já estão em alta, segundo Leonardo Sologuren, sócio-diretor da consultoria Horizon Company.

De acordo com ele, o impacto pode ser parecido com o que houve com a cotação da soja com a guerra comercial entre EUA e China, apesar de ele lembrar que as exportações brasileiras de milho são bem mais pulverizadas que as da oleaginosa e que o mercado chinês é muito maior que o iraniano.

No ano passado, 17% do milho exportado pelo Brasil (US$ 783 milhões) teve como destino o mercado persa. No caso da soja, foram 79%, o equivalente a US$ 20,3 bilhões.

Sologuren disse não esperar que possíveis dificuldades (como transporte ou garantias bancárias) sejam empecilhos a ponto de impedir as vendas brasileiras do produto.

Sua avaliação coincide com a de Zanotto. "Não é a primeira vez que o Irã está sob sanções, e o Brasil já vendia esses produtos para lá", disse.

"O que vendemos são commodities muito básicas e podemos usar tradings europeias para fazer a transação, e transporte com empresas que não sejam americanas."

Por meio de assessoria de imprensa, o Ministério de Indústria, Comércio Exterior e Serviços, disse que, até saber detalhes das sanções, não poderia avaliar seu impacto sobre as exportações brasileiras.

Carolina Vila-Nova e Álvaro Fagundes
Fonte: Folha de S. Paulo
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