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`Desmame de subsdios no pode ser radical, diz Tereza Cristina  

11/02/2019 - Em meio tenso dos produtores com o risco de corte pela equipe econmica da oferta de crdito com taxas subsidiadas pelo Tesouro Nacional, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, alerta que um "desmame" radical dos subsdios pode desarrumar o agronegcio, que responde por 20% do Produto Interno Bruto (PIB) do Pas. "Vamos quebrar a Agricultura? esse o propsito? Tenho certeza que no ", diz a ministra. "No pode criar um pnico no campo: acabou o dinheiro! No assim".

A tenso entre os produtores cresceu depois que o presidente do Banco do Brasil (BB), Rubem Novaes, em entrevista ao Estado afirmou que o "grosso da atividade rural" pode se financiar com as taxas de mercado. O ministro da Economia, Paulo Guedes, tambm avisou no Frum Econmico Mundial de Davos que pretende cortar esse ano US$ 10 bilhes da conta de todos os subsdios do Tesouro em 2019.

Em entrevista ao Estado/Broadcast, Tereza Cristina, que liderou a bancada ruralista no Congresso, diz que o governo desenha um novo modelo de financiamento do setor agrcola, mas assegurou que nada ser feito de forma unilateral pela rea econmica. Veja a seguir os principais pontos da entrevista:


Depois da declarao do presidente do BB de que o grosso da atividade rural pode se financiar a taxas de mercado, o setor ficou apreensivo. O que mudar no novo financiamento?

No Plano Safra atual, que no fui eu quem fiz, j foi difcil porque o dinheiro do Tesouro est cada dia mais curto. Enquanto no resolvermos esse dficit pblico, uma briga porque est todo mundo dentro da caixinha. Tira daqui e pe ali. uma dana das cadeiras dentro do mesmo salo. No d para crescer o salo. J estamos conversando sobre novas maneiras de financiamento.

A equipe econmica quer destinar o subsdio que hoje direcionado para os grandes produtores para fortalecer o seguro. Como conciliar?

Temos que ter muito cuidado porque estamos falando de 20% do PIB, que o agronegcio que faz. Como que isso vai se dar? Em quanto tempo isso vai acontecer? uma medida radical? Eu brinco at que um desmame. Voc pode fazer o desmame radical e o controlado. Ainda est muito no campo das nossas ideias de l e de c. As nossas equipes esto sentando agora para discutir.


Mas a estratgia do Ministrio da Economia reduzir os
subsdios...


Em todos os campos, no s agrcola, preciso ter muito cuidado tambm para ver como se vai comunicar isso. No pode criar um pnico no campo: acabou o dinheiro! No assim. Est sendo discutido. O seguro prioridade do Ministrio da Agricultura, resolver para melhorar, diminuir as taxas, ter mais estatstica e ser mais distribudo. Ele existe hoje, mas caro. No um seguro que o agricultor toma e fica confortvel. Temos que evoluir muito. Os Estados Unidos levaram 40 anos para chegar num modelo.


O governo vai cortar os R$ 10 bilhes de subveno, que esto previstos no plano atual, j para a prxima safra?

No est pacificado. Est sob a mesa ainda em discusso. O Ministrio da Agricultura tem que dizer o que ele pensa e quais so as consequncias para a equipe econmica. sempre uma guerra. Vamos comear a discusso. Isso no est decidido.


Qual a orientao do seu ministrio?

Primeiro temos que ter uma discusso mais profunda. No estou dizendo que eu sou contra fazer, mas temos que ter um tempo. Vamos tirar quanto dos grandes produtores? Qual a fonte de financiamento nova dos grandes? Quanto de juros estar disponvel? mercado livre? , t bom, o que os bancos privados vo fazer? O Banco do Brasil tem hoje 46% do crdito rural.


A reao tem sido grande nova posio do BB?

Essa discusso tem que comear, mas no unilateral. Se fosse, no precisava vir aqui na Agricultura. A Economia resolvia com os bancos e ponto final. No isso. Vamos quebrar a Agricultura? esse o propsito? Tenho certeza que no . Foi criado um grupo de trabalho entre o Banco Central, Economia e ns. Est apertado o Oramento, ento vamos trabalhar. Por exemplo, os pequenos tm hoje juros 2,5% at 4,5%. Estamos de acordo em subir um pouco. H espao de manobra. Teremos que ceder aqui e eles vo ter que ceder de l.


Quando o novo modelo ter de estar pronto?

Para a reunio do Conselho Monetrio Nacional (CMN) de maio. Mas queremos fazer o mais rpido possvel. Quanto mais cedo, melhor. O plano safra (em vigor) tem R$ 191 bilhes para crdito. No podemos baixar esse patamar. Faltou. Tanto que tivemos que arrumar mais R$ 6 bilhes, mas precisava mais R$ 15 bilhes.


Quais os riscos?

No podemos criar um problema com a agricultura nesse momento. Alm de tudo, teremos uma grande safra, mas ela menor do que se previa, porque tivemos problemas climticos pontuais. Temos uma Agricultura crescente ainda no Mato Grosso e Mato Grosso do Sul em reas de pecuria que esto entrando para o setor produtivo. Isso muito bom. Precisa ter crdito. uma composio de vrias coisas: seguro, valor que o Tesouro vai colocar para fazer a subveno e o direcionamento do BC para o crdito. Vai mexer em tudo.


Pode desarranjar o setor?

Eu acho que pode. Se no tivermos cuidado, pode desarrumar muito o setor. Previsibilidade a palavra que precisamos. muito bonito falar que vai tirar tudo. A vida inteira essa poca (de preparao do Plano Safra) tensa. O que precisamos afinar porque mudou o vis da poltica. Ser que o presidente Bolsonaro quer que a agropecuria encolha no seu governo? Podemos fazer coisas novas, mas passo a passo. No de repente dizer que agora mudou a regra do jogo.


O que pensa para o seguro?

Tem que ter mais gente participando dele. Tem uma balela a. O que acontece com o produtor ele paga um juro subsidiado, mas tem o IOF, o prmio do seguro, assistncia tcnica, projeto. Quando soma isso, d 14%. Ento pagamos os juros mais caros do mundo na Agricultura. Mas s que ningum fala. Todo mundo fala s da subveno. O americano tem o diesel vermelho da agricultura e sabe o que vai apagar. Olha o que subiu o diesel do Brasil. O nosso plano mostrar para o Ministrio da Economia quanto o produtor desembolsa. Ele vai ficar menos competitivo.


A retomada econmica mais rpida pode demorar. Como afeta o setor?

Mais um motivo para tudo que ns falamos, da cautela. Hoje, temos a a China que nosso maior comprador de commodity, que pode comprar at mais, mas ns estamos ajustando tambm esse relacionamento.


O que significa ajustar o relacionamento?

Houve um mal-estar no comeo do governo com algumas declaraes. Ento, estamos conversado, recebemos j o embaixador (da China), eu vou marcar uma viagem para a China em breve. O mercado internacional de profissionais, no tem ningum bonzinho nisso, ento pega uma palavra... um jogo de gente grande sofisticadssimo. Temos que solidificar os nossos mercados j existentes e abrir outros. Isso uma deciso que ns vamos ter que decidir internamente de poltica agrcola. Ns vamos crescer? Vamos crescer na soja, no milho no algodo? O que queremos?


O maior alinhamento do Brasil com os EUA pode trazer problema para a agricultura?

No sei se vai trazer problema para a agricultura, eu acho que no. Agora, no podemos esquecer que nesse setor somos competidores, porque eles so os maiores exportadores do mundo de commodities. Nada contra se alinhar com os EUA, muito pelo contrrio, mas sabendo que nessa rea a gente tem que brigar duro com eles. A gente anda com os americanos na soja igual a uma corrida de cavalo.


Tanto na poltica quanto na questo econmica parece que existem arestas que precisam ser aparadas no governo.

Absolutamente normal. um governo novo. claro que na equipe econmica, o ministrio cresceu muito, juntou muita coisa l. Eles tm que saber quais so as demandas da Agricultura, onde pode pegar, onde no pode e fazer esse alinhamento. Isso normal em todo o governo.


A senhora se posicionou rapidamente contra a idade igual para homens e mulheres se aposentarem prevista na minuta da reforma da Previdncia.

Adriana Fernandes e Julia Lindner, O Estado de S.Paulo

11 Fevereiro 2019 | 05h00

BRASLIA - Em meio tenso dos produtores com o risco de corte pela equipe econmica da oferta de crdito com taxas subsidiadas pelo Tesouro Nacional, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, alerta que um "desmame" radical dos subsdios pode desarrumar o agronegcio, que responde por 20% do Produto Interno Bruto (PIB) do Pas. "Vamos quebrar a Agricultura? esse o propsito? Tenho certeza que no ", diz a ministra. "No pode criar um pnico no campo: acabou o dinheiro! No assim".

A tenso entre os produtores cresceu depois que o presidente do Banco do Brasil (BB), Rubem Novaes, em entrevista ao Estado afirmou que o "grosso da atividade rural" pode se financiar com as taxas de mercado. O ministro da Economia, Paulo Guedes, tambm avisou no Frum Econmico Mundial de Davos que pretende cortar esse ano US$ 10 bilhes da conta de todos os subsdios do Tesouro em 2019.

Em entrevista ao Estado/Broadcast, Tereza Cristina, que liderou a bancada ruralista no Congresso, diz que o governo desenha um novo modelo de financiamento do setor agrcola, mas assegurou que nada ser feito de forma unilateral pela rea econmica. Veja a seguir os principais pontos da entrevista:

Tereza Cristina, ministra da Agricultura
Tereza diz que discusso de subsdios no pode ser unilateral Foto: Marcelo Camargo/Agncia Brasil
Depois da declarao do presidente do BB de que o grosso da atividade rural pode se financiar a taxas de mercado, o setor ficou apreensivo. O que mudar no novo financiamento?
No Plano Safra atual, que no fui eu quem fiz, j foi difcil porque o dinheiro do Tesouro est cada dia mais curto. Enquanto no resolvermos esse dficit pblico, uma briga porque est todo mundo dentro da caixinha. Tira daqui e pe ali. uma dana das cadeiras dentro do mesmo salo. No d para crescer o salo. J estamos conversando sobre novas maneiras de financiamento.

A equipe econmica quer destinar o subsdio que hoje direcionado para os grandes produtores para fortalecer o seguro. Como conciliar?
Temos que ter muito cuidado porque estamos falando de 20% do PIB, que o agronegcio que faz. Como que isso vai se dar? Em quanto tempo isso vai acontecer? uma medida radical? Eu brinco at que um desmame. Voc pode fazer o desmame radical e o controlado. Ainda est muito no campo das nossas ideias de l e de c. As nossas equipes esto sentando agora para discutir.

Mas a estratgia do Ministrio da Economia reduzir os subsdios...
Em todos os campos, no s agrcola, preciso ter muito cuidado tambm para ver como se vai comunicar isso. No pode criar um pnico no campo: acabou o dinheiro! No assim. Est sendo discutido. O seguro prioridade do Ministrio da Agricultura, resolver para melhorar, diminuir as taxas, ter mais estatstica e ser mais distribudo. Ele existe hoje, mas caro. No um seguro que o agricultor toma e fica confortvel. Temos que evoluir muito. Os Estados Unidos levaram 40 anos para chegar num modelo.

O governo vai cortar os R$ 10 bilhes de subveno, que esto previstos no plano atual, j para a prxima safra?
No est pacificado. Est sob a mesa ainda em discusso. O Ministrio da Agricultura tem que dizer o que ele pensa e quais so as consequncias para a equipe econmica. sempre uma guerra. Vamos comear a discusso. Isso no est decidido.

Qual a orientao do seu ministrio?
Primeiro temos que ter uma discusso mais profunda. No estou dizendo que eu sou contra fazer, mas temos que ter um tempo. Vamos tirar quanto dos grandes produtores? Qual a fonte de financiamento nova dos grandes? Quanto de juros estar disponvel? mercado livre? , t bom, o que os bancos privados vo fazer? O Banco do Brasil tem hoje 46% do crdito rural.


A reao tem sido grande nova posio do BB?
Essa discusso tem que comear, mas no unilateral. Se fosse, no precisava vir aqui na Agricultura. A Economia resolvia com os bancos e ponto final. No isso. Vamos quebrar a Agricultura? esse o propsito? Tenho certeza que no . Foi criado um grupo de trabalho entre o Banco Central, Economia e ns. Est apertado o Oramento, ento vamos trabalhar. Por exemplo, os pequenos tm hoje juros 2,5% at 4,5%. Estamos de acordo em subir um pouco. H espao de manobra. Teremos que ceder aqui e eles vo ter que ceder de l.


Quando o novo modelo ter de estar pronto?
Para a reunio do Conselho Monetrio Nacional (CMN) de maio. Mas queremos fazer o mais rpido possvel. Quanto mais cedo, melhor. O plano safra (em vigor) tem R$ 191 bilhes para crdito. No podemos baixar esse patamar. Faltou. Tanto que tivemos que arrumar mais R$ 6 bilhes, mas precisava mais R$ 15 bilhes.


Quais os riscos?
No podemos criar um problema com a agricultura nesse momento. Alm de tudo, teremos uma grande safra, mas ela menor do que se previa, porque tivemos problemas climticos pontuais. Temos uma Agricultura crescente ainda no Mato Grosso e Mato Grosso do Sul em reas de pecuria que esto entrando para o setor produtivo. Isso muito bom. Precisa ter crdito. uma composio de vrias coisas: seguro, valor que o Tesouro vai colocar para fazer a subveno e o direcionamento do BC para o crdito. Vai mexer em tudo.


Pode desarranjar o setor?
Eu acho que pode. Se no tivermos cuidado, pode desarrumar muito o setor. Previsibilidade a palavra que precisamos. muito bonito falar que vai tirar tudo. A vida inteira essa poca (de preparao do Plano Safra) tensa. O que precisamos afinar porque mudou o vis da poltica. Ser que o presidente Bolsonaro quer que a agropecuria encolha no seu governo? Podemos fazer coisas novas, mas passo a passo. No de repente dizer que agora mudou a regra do jogo.


O que pensa para o seguro?
Tem que ter mais gente participando dele. Tem uma balela a. O que acontece com o produtor ele paga um juro subsidiado, mas tem o IOF, o prmio do seguro, assistncia tcnica, projeto. Quando soma isso, d 14%. Ento pagamos os juros mais caros do mundo na Agricultura. Mas s que ningum fala. Todo mundo fala s da subveno. O americano tem o diesel vermelho da agricultura e sabe o que vai apagar. Olha o que subiu o diesel do Brasil. O nosso plano mostrar para o Ministrio da Economia quanto o produtor desembolsa. Ele vai ficar menos competitivo.


A retomada econmica mais rpida pode demorar. Como afeta o setor?
Mais um motivo para tudo que ns falamos, da cautela. Hoje, temos a a China que nosso maior comprador de commodity, que pode comprar at mais, mas ns estamos ajustando tambm esse relacionamento.


O que significa ajustar o relacionamento?
Houve um mal-estar no comeo do governo com algumas declaraes. Ento, estamos conversado, recebemos j o embaixador (da China), eu vou marcar uma viagem para a China em breve. O mercado internacional de profissionais, no tem ningum bonzinho nisso, ento pega uma palavra... um jogo de gente grande sofisticadssimo. Temos que solidificar os nossos mercados j existentes e abrir outros. Isso uma deciso que ns vamos ter que decidir internamente de poltica agrcola. Ns vamos crescer? Vamos crescer na soja, no milho no algodo? O que queremos?


O maior alinhamento do Brasil com os EUA pode trazer problema para a agricultura?
No sei se vai trazer problema para a agricultura, eu acho que no. Agora, no podemos esquecer que nesse setor somos competidores, porque eles so os maiores exportadores do mundo de commodities. Nada contra se alinhar com os EUA, muito pelo contrrio, mas sabendo que nessa rea a gente tem que brigar duro com eles. A gente anda com os americanos na soja igual a uma corrida de cavalo.

Tanto na poltica quanto na questo econmica parece que existem arestas que precisam ser aparadas no governo.
Absolutamente normal. um governo novo. claro que na equipe econmica, o ministrio cresceu muito, juntou muita coisa l. Eles tm que saber quais so as demandas da Agricultura, onde pode pegar, onde no pode e fazer esse alinhamento. Isso normal em todo o governo.

A senhora se posicionou rapidamente contra a idade igual para homens e mulheres se aposentarem prevista na minuta da reforma da Previdncia.
Desde a vez passada, j tinha essa discusso. Eu estava deputada. Minha posio a mesma da outra vez.


Tem preocupao na rea rural com a reforma?

Tenho, com a mulher rural. A mulher no campo, se voc olhar uma mulher da minha idade, da sua idade, voc vai ver que ela muito mais acabada. Ela trabalha no sol, muitas vezes o arreio da famlia, um trabalho extenuante. Ento a mulher do campo mais sacrificada do que a da cidade. Diminuir a idade s para a mulher do campo acho que no pode. Voc tem que diminuir um pouco para todas.

Adriana Fernandes e Julia Lindner
Fonte: Folha de S. Paulo
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