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Arbia Saudita mostra que no existe limites para agricultura  

08/08/2018 - Enquanto temos uma verdadeira indstria da seca instaurada em nosso semi-rido, a Caatinga, aonde se faz uma manuteno de uma situao bastante degradante de uma populao inteira, apenas pelo fornecimentos de bolsas.

Faltam as iniciativas que no s combatam a fome, com medidas paliativas, como tambm crie um sistema produtivo para que a mdio e longo prazo aquela populao no dependa mais de esmolas do estado.

aquela velha histria, no basta dar o peixe preciso se ensinar a pescar. Na Arbia Saudita, aonde temos situaes de seca bastante intensa, temos um modelo que em algum ponto pode servir de inspirao para resolver algumas questes do nosso semi-rido.


Um deserto em tons de verde

Ao longo das ultimas trs dcadas, a Arbia Saudita esteve explorando um recurso mais valioso que o petrleo. Engenheiros e fazendeiros tm aproveitado reservas de gua ocultas para plantar gros, frutas e legumes no deserto.

A srie de imagens em falsa cor acima mostra a evoluo das operaes agrcolas na bacia de Wadi As-Sirhan, fotografada por satlites em 1987, 1991, 2000 e 2012. As imagens foram captadas por sensores semelhantes - o Thematic Mapper e o Enhanced Thematic Mapper Plus - em trs satlites Landsat diferentes (4, 5 e 7). Cada um dos campos nas imagens tem 1 quilmetro de extenso e utiliza irrigao de piv central. Os sensores dos satlites Landsat captaram a luz refletida pela Terra nos espectros curtos - infravermelho, infravermelho prximo e verde.

Atravs dessa combinao de comprimentos de onda, a vegetao nova parece verde claro ao passo que a vegetao seca e os campos em alqueive tem cor de ferrugem. Superfcies secas (na maior parte deserto) so mostradas em rosa e amarelo. A sede das plantas que nascem no deserto rabe satisfeita por gua que data da ultima era do gelo. Em um passado mais temperado, ha cerca de 20.000 anos,, essa gua "fssil" formou aquferos que agora esto enterrados muito abaixo dos oceanos de areia e das formaes de calcrio.

Os rabes alcanaram essas fontes subterrneas escavando poos atravs da rocha sedimentar, chegando a escavar um quilmetro abaixo da areia do deserto. Embora ningum saiba quanta gua h por sob o deserto - as estimativas vo de 252 a 870 quilmetros cbicos - hidrlogos acreditam que a extrao s ser vivel por cerca de 50 anos.

A mdia de precipitao pluvial de 100 a 200 mm por ano, e ainda assim geralmente no renova os aquferos subterrneos, fazendo deles uma fonte no renovvel.

Em 2006, o pas tinha 2.4 km cbicos de fontes renovveis de gua doce na superfcie, de acordo com a Food and Agricultural Organization. O consumo humano, industrial e agrrio era de 23.7 km cbicos ao ano. O volume de gua usado para a agricultura no deserto triplicou de cerca de 6.8 km cbicos in 1980 para cerca de 21 km cbicos em 2006.

11/06/18
Fonte: Earth Observatory - Nasa
Traduo: Lucas Canuto
Texto extrado do portal Compre Rural
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