Segunda-feira, 27 de maio de 2019
:
EDITORIAS
Agência UDOP | Açúcar | Biodiesel | Cana-de-Açúcar | Combustíveis Fósseis | Diversas | Economia
Energia | Espaço Datagro | Etanol | Fórum de Articulistas | Opinião | TV UDOP | Últimas Notícias
Economia Aumentar a letra    Diminuir a letra
Freio na economia mundial pode segurar ritmo do agronegócio do Brasil  

12/03/2019 - As mais recentes previsões para a economia mundial mostram que o mundo vai crescer menos do que se previa.

As exportações do agronegócio brasileiro podem sofrer, pelo menos nos produtos que não são alimentos, como celulose e madeiras.

Renda e emprego são importantes para a manutenção da demanda mundial de alimentos, com maior ênfase em países que começam a mudar de patamar na alimentação. O Brasil tem, porém, um leque muito grande de produtos para oferecer ao mercado.

Como mostram dados da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) de novembro, e divulgados na semana passada, as reduções mais acentuadas deverão ocorrer em vários parceiros importantes para o agronegócio brasileiro.

A China fica com 37% das exportações brasileiras, e as perspectivas do PIB (Produto Interno Bruto) do país já são menores do que se previa. Soja, carnes e celulose lideram as exportações brasileiras para os chineses.

A economia do gigante asiático deverá crescer 6,2% neste ano, abaixo dos 6,6% de 2018. Nesse contexto, as importações de celulose são incertas, mas as de carnes sobem, devido à demanda crescente do país.

A região da Europa, a segundo maior parceira do agronegócio brasileiro, enfrenta situação ainda mais restritiva do que a da China.

Vários países europeus que estão no ranking dos principais importadores de produtos agropecuários do Brasil vão ter uma economia mais restritiva. A evolução do PIB na zona do euro deverá recuar para 1%, após ter atingido 1,8% em 2018.

Entre esses países, está a Alemanha. Os alemães têm uma dependência da economia chinesa. O crescimento menor do país asiático interfere na economia alemã. Esta, por sua vez, é muito importante para o desenvolvimento de outros países da região, entre eles a Itália.

O desenrolar da complementação dessas economias é importante para o Brasil porque China e União Europeia ficam com grande parte dos grãos e das carnes do Brasil.

Japão, Coreia do Sul e Arábia Saudita também entraram nessa lista da OCDE de ritmo menor de crescimento. Juntos, os três ficam com 6% do que o Brasil exporta no setor.

O PIB dos Estados Unidos também cai em relação ao de 2018, mas em ritmo menor. Os americanos, porém, devem ter influência-chave para o agronegócio brasileiro.

Os Estados Unidos estão com déficit comercial recorde, e um dos motivos é a perda de presença dos produtos agrícolas do país no exterior.

Os americanos vão tentar reduzir parte desse déficit —quando houver um acerto nas pendências comerciais com a China— aumentando as exportações desse setor.

Os déficits dos americanos com os chineses e mexicanos foram recordes. Esses dois países, importantes para o agronegócio, estarão entre os objetivos dos EUA.

*Texto extraído da coluna Vaivém das Commodities.

Mauro Zafalon
Fonte: Folha de S. Paulo
Notícias de outros veículos são oferecidas como mera prestação de serviço
e não refletem necessariamente a visão da UDOP.
Enviar por e-mail Imprimir
Clipping de Notícias UDOP
Inscreva-se e receba as novidades do setor.
    
Notícias Relacionadas
24/05/19 - USDA informa nova venda de 113 mil t de milho para o México
  - Milho se recupera das baixas de ontem e abre sexta-feira se valorizando em Chicago
  - China pode manter crescimento "saudável" apesar de disputa comercial
  - Soja tem leve avanço em Chicago nesta 6ª feira com recuperação e atenta ao clima
  - Exportação de milho do Brasil, mais competitivo que o dos EUA, deve ganhar ritmo
  - Agronegócio brasileiro poderá ser beneficiado pelo Brexit, diz especialista
23/05/19 - Confiança no agronegócio cresce no 1º trimestre
  - Agronegócio brasileiro poderá ser beneficiado pelo Brexit, diz especialista
  - Índice de confiança do agronegócio cai 3,9 pontos no 1º tri, dizem Fiesp e OCB
  - Preços pagos ao produtor gaúcho recuam 1,48%
Para enviar a notícia, basta preencher o formulário abaixo.
Todos os campos são de preenchimento obrigatório!
 
Freio na economia mundial pode segurar ritmo do agronegócio do Brasil
 
Seu nome:
Seu e-mail:
Destinatário:
E-mail destinatário:
(separe mais de um e-mail por ,)
Comentário:
 
 
A UDOP

• Associadas
• Associe-se
• Estrutura Administrativa
• Nossa História
• Missão, Visão e Objetivos
• Troféu da Agroenergia
• Serviços Prestados
• Vídeo Institucional
• Contatos
Institucional

• Comitês de Gestão
• Convênios e Parcerias
• Legislação
• Sustentabilidade
UniUDOP

• A UniUDOP
• Congresso Nacional da Bioenergia
• Consecana
• Fórum de Implementação Tecnológica
• Pós-Graduação
• Qualifica
• Seminário UDOP de Inovação
Imprensa

• Agência UDOP de Notícias
• Últimas Notícias
• Fórum de Articulistas
• Galerias de Fotos
• Mídias Sociais
• RSS
• TV UDOP
• Apoio Cultural
• Contatos
Dados de Mercado

• Boletins
• Comércio Exterior
• Consecana
• Cotações
• Indicador - Açúcar
• Indicador - Etanol
• Produção Brasileira
Serviços

• Biblioteca Virtual
• Bolsa de Empregos
• Bolsa de Negócios
• Calendário de Eventos
• Guia de Empresas
• Índice Pluviométrico
• Pesquisas UDOP
• Previsão do Tempo
• Usinas/Destilarias
Mapas

• Usinas/Destilarias
• Bacias Hidrográficas
UDOP - União dos Produtores de Bioenergia
Praça João Pessoa, 26 - Centro - 16.010-450 - Araçatuba/SP - tel/fax: +55 (18) 2103-0528

2012 - Todos os direitos reservados

POLÍTICAS DE PRIVACIDADE
Desenvolvimento:
/