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Transforme carro a gasolina para álcool - (Veículos com injeção eletrônica)
Publicado em 23/07/2013 às 00h00
A introdução da injeção eletrônica nos motores modernos é possível sem que ocorra dano algum com a elevação da taxa de compressão. Estes motores vêm de fábrica com taxa de compressão em torno de 10:1, o suficiente para funcionar com álcool, não havendo necessidade de outras modificações internas no motor.



Para ser feita a conversão para álcool, alterando apenas o sistema de injeção, são corrigidos alguns parâmetros como: tempo de injeção, troca dos injetores etc. Como não são alteradas as características internas do motor, o retorno para gasolina é simples e de baixo custo.



Tirando dúvidas



O reservatório de combustível: o tanque não vai ser corroído pelo álcool, todos os veículos atualmente vêm equipados com o reservatório "plástico" ou metálico, com tratamento anticorrosivo.



O encanamento: todos os veículos vêm com os dutos de "PVC" ou metálicos com tratamento anticorrosão.



Os injetores que são utilizados para a conversão já vêm com tratamento anticorrosão, pois são cromados.



A bomba de combustível: todo sistema de injeção eletrônica é equipado com uma bomba elétrica que em alguns veículos servem tanto para álcool como para gasolina. Não esqueçamos que a gasolina já vem com mais ou menos 25% de álcool. Os veículos vêm com bomba exclusivamente para gasolina, utiliza-se algum aditivo junto com o álcool. Se por ventura esta bomba parar, é instalado facilmente uma bomba própria para álcool que também funciona a gasolina.



As velas: não devem ser substituídas por outras de grau térmico diferente, pois quem determina o grau térmico da vela não é o combustível e sim as características do motor, como estas não são alteradas na conversão não há necessidade da substituição das mesmas.



Consumo: há uma elevação de consumo em torno de 18% e este só não é maior devido ao gerenciamento eletrônico de alimentação.



Potência: há um incremento de potência em torno de 10%, podendo ser maior, alterando-se a taxa de compressão, mas essa mudança é onerosa e complica a reversão para a gasolina.



Partida a frio: os sistemas de injeção eletrônica mostram-se mais eficientes na partida a frio do que no sistema de alimentação por carburador, mesmo assim é instalado um kit de partida a frio, no qual faz parte um pequeno reservatório de gasolina.



Escapamento: todos os veículos modernos já vêm com sistema de escape com material anticorrosão. Ex.: galvanizado.
Fonte: GPZ Auto Moto Peças Ltda
Notícias de outros veículos são oferecidas como mera prestação de serviço
e não refletem necessariamente a visão da UDOP.
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