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Após tombo, usinas já recuperaram R$ 2,1 bilhões em valor de mercado
Publicado em 24/02/2021 às 11h39
O tombo das ações das empresas do setor sucroalcooleiro que ocorreu na segundafeira foi revertido em boa medida nesta terça. Somados, os valores de mercado de Cosan (que controla a Raízen junto com a Shell), Biosev, São Martinho e Jalles Machado subiram R$ 2,11 bilhões neste pregão na B3, após uma perda de R$ 3,4 bilhões na segunda-feira, segundo dados levantados pelo Valor Data.

As ações que mais subiram entre estas quatro foram as da Cosan, que fecharam em alta de 6,26%, a R$ 87,12. Com isso, os papéis do grupo já voltaram a patamar superior ao de quinta-feira, antes de o presidente Jair Bolsonaro anunciar qualquer interferência na Petrobras. Na quinta, elas estavam em R$ 86,70.

Os papéis da Biosev, com menos liquidez que os da Cosan, subiram hoje 0,32%, para R$ 6,32, e os da Jalles Machado avançaram 2,13%, para R$ 8,65. Mesmo as ações da São Martinho, que ficaram no negativo durante a maior parte do dia, acabaram fechando com ligeira elevação, de 0,12%, a R$ 33,41, já acima dos valores de 9 de fevereiro.

Mais cedo, a agência de classificação de risco Fitch Ratings disse que via incertezas para o setor de etanol diante da troca no comando da Petrobras e que uma influência do governo poderia ser negativa para o fluxo de caixa das usinas, mas neutra para os ratings.

Para o caso de Raízen e Biosev, a Fitch avaliou que uma mudança na política de preços da Petrobras afetaria a geração de fluxo de caixa. Por enquanto, porém, os ratings e perspectivas de ambas seguem os mesmos. A Raízen tem nota ´BBB´, com perspectiva negativa, e a Biosev tem nota ´B´, com perspectiva positiva.
Fonte: Valor Econômico
Texto publicado no boletim SCA
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