Este site utiliza cookies para garantir que você obtenha a melhor experiência. Ao continuar navegando
você concorda com nossa política de privacidade. Política de Privacidade

Museu registra história da aguardente
Publicado em 23/07/2013 às 00h00
O pernambucano José Moisés de Moura é um apaixonado pela cachaça. Colecionador, ele reuniu um acervo de milhares de garrafas e inaugurou, em 1998, o Museu da Cachaça, em Lagoa do Carro, a 60 quilômetros do Recife. Ali a história da "marvada", da "branquinha", da "pinga" e todos os seus sinônimos e similares ganha sabor e vida.



De acordo com o levantamento do empresário, os primeiros registros de produção de aguardente a partir da fermentação da cana remontam ao Egito antigo, onde a planta asiática da família das gramíneas passou a ser cultivada para esse fim. O nome aguardente vem do latim acqua ardens. São os árabes, porém, que vão desenvolver os melhores equipamentos para a produção de bebidas destiladas, uma tecnologia que se espalha pelo mundo. Na Itália, dá origem à grappa, nas terras germânicas ao kirsch, na Escócia ao uísque e em Portugal à bagaceira. No Brasil, surge a cachaça.



"Num engenho da Capitania de São Vicente, entre 1532 e 1548, começa a ser produzido o vinho de cana-de-açúcar -- garapa azeda", anotou um empresário até chegar ao nome pelo qual é mais conhecida. "Os senhores de engenho passam a servir o tal caldo, denominado de cagaça, para os escravos". Com o tempo, a palavra mudou para cachaça.
Fonte: O Estado de S.Paulo, 24/02/01 - Transcrito do Clipping Brasil@gro
Notícias de outros veículos são oferecidas como mera prestação de serviço
e não refletem necessariamente a visão da UDOP.
Mais Lidas