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Cabo de guerra X Arrastão
Como enfraquecer ou fortalecer a força?
Publicado em 14/10/2021 às 10h55
Foto Notícia
Cabo de Guerra é uma brincadeira ou jogo em que dois grupos de pessoas, puxam uma corda em direção oposta, de maneira que o grupo que tiver mais força vence.

No Cabo de Guerra o que se observa é que dois grupos fazendo forças opostas, neutralizam as próprias forças, ou vão ter que fazer muita força para se impor sobre a força contrária. Exemplo: Se um grupo tiver força para puxar 1 tonelada, e o outro grupo também tiver essa mesma força, ambos estarão utilizando uma força de 2 toneladas, porém, ambas as forças utilizadas se anularão, ou se um grupo conseguir puxar 1 tonelada e 1 quilo, esse grupo vencerá, porém foi anulada 2 toneladas de força e somente 1 quilo foi aproveitado para sobrepujar o grupo adversário.

Arrastão (nos referimos aqui ao arrastão de rede de pescador), é quando um grupo de pessoas se juntam para puxar a rede de pesca.

No Arrastão as forças são otimizadas de maneira que se dois grupos semelhantes aos citados acima, unirem suas forças elas se somarão e terão capacidade de puxar uma rede de até 2 toneladas. Aqui vale o ditado que diz "A União faz a força"

Vamos a um exemplo prático para melhor entendimento:

Na segunda guerra mundial, dois ou mais grupos opostos se digladiaram (Cabo de Guerra) um querendo anular a força do outro, e como consequência, mesmo tendo um vencedor, na prática ambos acabaram perdendo, pois obtiveram tantas mortes, dor, desperdiço de recursos, sem contar as grandes despesas que tiveram para as respectivas reconstruções, além é claro, de tantas outras consequências negativas.

Seguindo essa mesma linha de raciocínio, verifiquemos o caso do Japão e a própria Alemanha, países perdedores que tiveram de se reestruturarem, exigindo uma força tarefa do seu povo (Arrastão) para se reerguerem, e como consequência se tornarem as potências que conhecemos hoje.

Mas será que isso realmente também acontece com nós? Sim! E muito mais do que se imagina, tanto coletivamente, quanto individualmente. Vejamos:

Nas empresas que trabalhamos passamos a maior parte do tempo de nossos dias, e lá vamos nos relacionar com pessoas, chefe, subordinados, pares, com clientes e fornecedores, tanto internos como externos, com metas coletivas e individuais, e vai por ai a fora, você já parou para pensar em quais situações estamos praticando o Cabo de Guerra ou o Arrastão? E em sua vida social, com os amigos, com os que mais ou menos nos agradam? e em nossas crenças religiosas, no relacionamento com os que professam nossas crenças e com os que são de crenças diferentes? O mesmo para as nossas convicções, políticas, esportivas dentre tantas outras. E em nossos lares com os nossos familiares, com a esposa, esposo, filhos e parentes, será que praticamos o Cabo de Guerra ou o Arrastão? Será que estamos tendo o bom senso de perceber o quanto exigimos dos outros e o quanto estamos fazendo a nossa parte?

Se você entendeu a presente mensagem, então está preparado para fazer a mais importante reflexão, que é sobre você mesmo(a). Pare para pensar, se autoanalise, perceba-se, e verifique o quanto de Cabo de Guerra ou de Arrastão que está praticando consigo mesmo(a), e ponha em pratica a mais nobre das virtudes, a humildade, e modifique o que for necessário, e pode ter certeza que o resultado será altamente gratificante.


Até a próxima e muita paz!


Renato Fazzolari
Diretor Geral - AGRHO Recursos Humanos, Psicólogo Organizacional, Terapeuta Transpessoal, Professor Universitário (PUC) e Palestrante.
Os artigos assinados são de responsabilidade de seus autores, não representando,
necessariamente, a opinião e os valores defendidos pela UDOP.
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