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Aplicação de defensivos agrícolas em cana-de-açúcar via drone requer cuidados específicos para auxiliar a produtividade e rentabilidade da lavoura
Entre as recomendações estão seguir rigorosamente a bula do produto, análise do entorno da lavoura, preparação da calda, calibração e limpeza do drone e acessórios; área de Boas Práticas Agrícolas da Corteva Agriscience capacita aplicadores para o uso adequado de defensivos na cultura
Publicado em 02/04/2025 às 11h37
Foto Notícia
Julliane Fuscaldi, especialista de Boas Práticas Agrícolas na Corteva Agriscience
A safra atual de cana-de-açúcar deve ser de 689,8 milhões de toneladas, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), enquanto a área plantada com a cultura deve ser de 8,63 milhões de hectares, segundo o mesmo órgão. O resultado expressivo deve-se a diversos fatores, sendo um dos mais importantes a escolha e aplicação correta de defensivos na lavoura para reduzir a incidência de doenças, pragas e plantas daninhas na cultura. Hoje, grande parte dos insumos são lançados por meio da pulverização aérea, seja tripulada (avião agrícola) ou não-tripulada (drone). Mas, para garantir a eficácia dessa aplicação, o produtor deve estar atento a diversas recomendações de boas práticas agrícolas nesta etapa de manejo, além de seguir as exigências dos órgãos reguladores.
 
“O uso de drones no setor sucroalcooleiro é de fundamental importância, pois torna as lavouras mais eficientes, aumentando a produtividade e a rentabilidade de forma sustentável, pois os insumos são aplicados de forma mais direcionada nos pontos de infestação. Porém, é necessária a adoção das boas práticas agrícolas nesta ação, para evitar deriva e outras intercorrências que prejudicam as lavouras vizinhas e a comunidade do entorno, ou traga desperdício de produto. A Corteva Agriscience possui uma área de Boas Práticas Agrícolas que capacita, em parceria com a AgroEfetiva, produtores e aplicadores para utilizarem os drones nas lavouras de cana de forma correta, respeitando as bulas dos produtos e a legislação vigente”, comenta Julliane Fuscaldi, especialista de Boas Práticas Agrícolas da Corteva Agriscience.
 
Entre as boas práticas agrícolas no setor sucroalcooleiro para a aplicação de insumos via drone estão: registrar na ordem de serviço ou relatório operacional o croqui da área e posicionamento das faixas de segurança de acordo com as bulas dos produtos e a legislação vigente; análise do entorno das áreas aplicadas, identificando os possíveis alvos de deriva para minimizar o risco; cuidado na preparação da calda, pois não há agitação nos tanques dos drones, evitando misturas complexas, emulsões instáveis e produtos com alta concentração de partículas, que podem gerar separação de fases; seguir estritamente as recomendações de bula e aferir a calibração do drone, validando os ajustes definidos pelo controle eletrônico do equipamento. Por fim, após a aplicação, realizar a limpeza e descontaminação adequada do drone e de seus acessórios.
 
Julliane acrescenta que a recomendação é que os canavicultores apliquem via drone somente os produtos que contenham, em bula, as recomendações específicas para esta modalidade, além de ressaltar que, segundo a Portaria 298, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), há a necessidade da presença do Aplicador Aéroagrícola Remoto, profissional habilitado que acompanha e auxilia o piloto nas operações de pulverização com drones.
 
Área de Boas Práticas Agrícolas da Corteva realiza capacitações a aplicadores
 
A Corteva Agriscience, por meio da área de Boas Práticas Agrícolas, em parceria com a Universidade de São Paulo (UNESP), de Botucatu (SP), Agroefetiva e Up.Herb, capacita produtores e aplicadores para o uso adequado de defensivos na lavoura. Só em 2024, a companhia treinou mais de 1.100 produtores, em 67 módulos realizados a parceiros e clientes ligados à cultura da cana-de-açúcar e as unidades produtoras. Os programas apresentam conteúdos relacionados ao manejo integrado de pragas, doenças e plantas daninhas, tecnologia de aplicação e segurança do trabalhador, proporcionando aos participantes uma orientação para o manejo adequado, preservando sua lavoura, as produções vizinhas e a segurança própria e de todos ao redor.
 
Entre os programas desenvolvidos pela Corteva estão o Programa de Aplicação Responsável (PAR), que visa a disseminação dos conceitos de Boas Práticas Agrícolas na aplicação de defensivos, com objetivo de otimizar recursos, promover responsabilidade e eficácia nas aplicações e garantir a sustentabilidade do agronegócio, e “Da Agricultura para a Vida”, que consiste em um caminhão itinerante, adaptado em formato de sala de aula, onde são realizados treinamentos sobre boas práticas agrícolas, com orientações sobre o manejo integrado de pragas, doenças e plantas daninhas, tecnologia de aplicação e segurança do trabalhador.  
 
Sobre a Corteva

A Corteva, Inc. (NYSE: CTVA) é uma empresa global agrícola que combina inovação e liderança do setor, elevado envolvimento com o cliente e execução operacional para fornecer soluções lucrativas para os principais desafios agrícolas do mundo. A Corteva gera preferência de mercado vantajosa por meio de sua estratégia de distribuição, junto com seu mix equilibrado e globalmente diversificado de sementes, proteção de cultivos, produtos digitais e serviços. Com algumas das marcas mais reconhecidas na agricultura e um pipeline de tecnologia bem posicionado para impulsionar o crescimento, a empresa está comprometida em maximizar a produtividade dos agricultores, enquanto trabalha com stakeholders em todo o sistema alimentar, cumprindo sua promessa de enriquecer a vida daqueles que produzem e consomem, garantindo o progresso das próximas gerações. 
Fonte: Corteva Agriscience
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