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Tarifas de Trump derrubam a soja e o milho na CBOT na manhã desta 4ª feira
Enquanto isso, as cotações do trigo operam sem direção definida
Publicado em 02/04/2025 às 15h18
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Às 8h49 (horário de Brasília) desta quarta-feira (2), o contrato de maio da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) registrava moderada baixa de 6,50 pontos e 0,63%, cotado a US$ cents 1.027,75/bushel, mas com valorização na semana de 0,46%. O vencimento de julho recuava 6,00 pontos e 0,57%, a US$ cents 1.043,25/bushel.

Em relação aos derivados, o farelo e óleo cediam 0,38% e 0,75%, nesta ordem.

Na véspera (1º), o spot da oleaginosa ganhou 19,50 pontos e 1,92%, cotado a US$ cents 1.034,25/bushel.

Nesta manhã, os preços eram pressionados por um movimento de realização de lucros, tendo em vista os ganhos da sessão anterior, à medida que os agentes do mercado se preparam para o anúncio, às 17h (horário de Brasília), do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor tarifas recíprocas abrangentes aos seus parceiros comerciais.

A medida gera incertezas aos investidores, com preocupações de que as tarifas possam afetar as exportações norte-americanas.

Enquanto isso, a colheita da soja brasileira 2024/25 chegou a 83,0% da área projetada na semana encerrada em 28 de março. Segundo levantamento da DATAGRO Grãos, os trabalhos estão acima da temporada anterior (72,8) e da média plurianual (77,2%). A projeção da consultoria é de uma safra recorde de 169 milhões de toneladas.

Limitando maiores perdas, o dólar recuava frente as principais moedas globais, com baixa de 0,10% do DXY, fator que favorece as exportações norte-americanas.

Milho

O contrato de maio do milho negociado na CBOT cedia 5,25 pontos e 1,14%, a US$ cents 456,50/bushel, mas com ganho na semana de 0,72%. O de julho recuava 4,75 pontos e 1,01%, a US$ cents 463,50/bushel.

No último pregão, os vencimentos ganharam 4,50 pontos e 0,98%, a US$ cents 461,75/bushel, e 5,00 pontos e 1,08%, a US$ cents 468,25/bushel.

Pressão pelo movimento de realização de lucro e preocupações com as tarifas norte-americanas, além da repercussão da baixa do petróleo WTI na Bolsa de Nova York (Nymex), fator quer reduz a competitividade do etanol de milho.

Ademais, segue derrubando os preços a perspectiva de uma safra de inverno cheia no Brasil – a semeadura dentro do ideal e as condições climáticas favoráveis no país sul-americano corroboram para esse cenário otimista.

Trigo

O contrato de maio do trigo em Chicago recuava 3,50 pontos e 0,65%, a US$ cents 537,00/bushel. Já na Bolsa de Kansas (KCBT), o vencimento de mesmo mês subia 2,75 pontos e 0,49%, a US$ cents 568,00/bushel.

Ambos os contratos acumulam ganhos na semana, de 1,66% e 2,95%, respectivamente.

No último pregão, os vencimentos terminaram no campo positivo, com valorização de 3,50 pontos e 0,65%, a US$ cents 540,50/bushel e 8,25 pontos e 1,48%, a US$ cents 565,25/bushel.

Os preços do cereal acompanhavam o sentimento pessimista do mercado de grãos, à medida que as condições de seca nas planícies norte-americanas ofereciam algum suporte às cotações.
Fonte: DATAGRO
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